No local da antiga ermida da Senhora da Flor, hoje capela inserida nas ruínas da-igreja. O orago da igreja matriz de Vila Flor é São Bartolomeu, um dos Doze Apóstolos-de Cristo, celebrado a 24 de agosto. A igreja tinha 3 altares, o altar-mor onde se-encontrava o tabernáculo do Santíssimo Sacramento e 2 altares colaterais, um com a-imagem da Srª do Rosário e o outro das Almas, não tem naves, mas existiam 3-Irmandades, a do Santíssimo Sacramento, a da Senhora do Rosário e a das Almas.
Durante todo o ano a imagem de Nª Srª da Flor era local de Romaria, também por-muitos forasteiros e peregrinos que a ornamentam e lhe imploram graças, mas-também à imagens de São Bartolomeu, São Gregório, São Domingos e de Santo
António ocorriam romarias e devotos.
Atualmente, ergue-se um novo local de culto à Nossa Senhora da Flor. A nova capela-foi implantada no interior das ruínas, promovendo, segundo a escolha Arquitectónica,-um diálogo permanente entre o passado e o presente. O cubo foi a forma escolhida,-pela simplicidade, equilíbrio, e aspecto sólido, da sua forma, o cubo foi ao longo da-história do homem, nas mais variadas civilizações, símbolo da estabilidade, da-sabedoria, da verdade e da perfeição moral. É a imagem da eternidade. De forma a-criar um espaço vocacionado para a meditação, optou-se por criar a imagem de um-cubo fechado ao exterior. Sendo uma construção nova, pretendeu-se assumir uma-linguagem formal contemporânea, recorrendo a materiais e técnicas dos nossos dias,-como o betão, mas ao mesmo tempo em diálogo com outros materiais de
características artesanais e tradicionais na zona, como o tijolo de “burro”.
A Srª da Flor, um culto Mariano, é homenageada a 19 de julho,